Aqui vai uma dica: não há resposta certa.

O Bilionário fundador da Microsoft, Bill Gates, ganha dinheiro tão rapidamente que pode fazer mau negócio se parar para pegar uma nota de U$$ 100,00 que encontre no chão. Numa sociedade com desigualdade crescente como a americana, é justo que Gates ganhe tanto assim? Não seria bom para todos cobrar dele mais impostos, a fim de melhorar a situação dos pobres? Mas transferir para outros o dinheiro que Gates ganha legalmente não equivaleria a obrigá-lo a trabalhar de graça, algo que a sociedade decidiu há muito tempo acabar, ao abolir a escravidão? Se as perguntas despertam em você a vontade de argumentar, aqui vai uma dica: não há resposta certa.

Michael Sandel – Professor da direito em HARVARD

Pag 74 – 75 / Revista Epoca

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O intraempreendedorismo para o progresso

Tenho vivido uma constante transformação das minhas responsabilidades e visão sobre o meu trabalho e com isso moldando a forma como encaro o ritmo e o dia-a-dia na empresa.

Primeiro tomei por mim, em administrar minhas atividades e meu departamento como se fosse uma empresa, onde cada colaborador representa um “departamento” e tem metas a cumprir e objetivos a serem encontrados.

Isso tudo está fazendo com que tenhamos os objetivos claros, os caminhos a serem percorridos detalhados e todo o departamento sabe onde e em quanto tempo chegar.

E por que estou escrevendo sobre algo do meu trabalho e do meu dia-a-dia? Por que acredito que essa forma que definimos seja a mais interessante ferramenta de endomarketing que se pode ter. O estimulo ao intraempreendedorismo.

O conceito de empreendedorismo está mais do que na moda, e incentivado para haja distribuição de renda e possibilidades de progresso para os países de forma mais criativa. Porém o modelo e/ou a forma que nós temos da maioria dos empreendedores de pessoas versáteis, com habilidades e técnicas criativas também deve ser enxergado dentro das empresas.

Isso por que eu acredito que o intraempreendedorismo pode ser até como uma incubadora de talentos para empreender no futuro.

Claro que como em todo processo, projeto, plano ou seja lá o que for tem suas vantagens e desvantagens como:

VANTAGENS:

  • Estimular o aumento da performance dos colaboradores;
  • Estimula as atitudes para o progresso e a inovação dos processos;
  • Planejamento e organização para uma perfeita execução

DESVANTAGENS:

  • Conflitos entre áreas/departamentos;
  • Conflitos hierárquicos
  • Desperdício de recursos da empresa (tempo / ferramentas / capital)

Tendo ou não DESVANTAGENS devemos arriscar e estimular esse tipo ação dentro das nossas empresas pois: “se a humanidade apenas fosse melhorando o já existente estaríamos hoje lendo à luz de enormes velas de parafina melhorada”.

RAFAEL ROCHA

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100+ Guerrilla Marketing examples

A criatividade sem foi um ponto alto de toda e qualquer comunicação, ainda mais quando alinhada com o orçamento curto.

Essa é a proposta do MARKETING DE GUERILLHA que de acordo com o Wikipédia é:

O termo marketing de guerrilha vem da guerrilha bélica, ou seja, é um tipo de guerra não convencional no qual a principal estratégia é a ocultação e extrema mobilidade dos combatentes, chamados de guerrilheiros.”

Por isso publico hoje um pouco de ótimas sacadas e criativas ações de guerrilhas pelo mundo:

100-guerrilla-marketing-examples

INSPIRE-SE!

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DE ONDE VEM AS BOAS IDEIAS?

É na leitura e no profundo entendimento de uma obra ou de uma teoria que encontramos soluções para os desafios cotidianos ou nas experiências e nas trocas de informações com o mundo lá fora?

O ACASO FAVORECE A MENTE CONECTADA

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QUAL O EFEITO PSICOLÓGICO DO DESÂNIMO?

Situações de desamparo e total falta de perspectivas levam ao que psicólogos chamam de “resignação passiva”.

“Uma linha de pesquisa iniciou estudos com animais para entender quais eram os efeitos psicológicos do sentimento de desânimo. Martin Seligman, da Universidade da Pensilvânia, hoje conhecido por suas obras sobre otimismo, realizou, em 1967, uma experiência com cachorros para estudar a resignação.

Em um experimento, foram formados três grupos de cães por coleiras. No primeiro, os animais recebiam 64 choques elétricos dolorosos, com intervalos de 1 a 2 minutos. Mas, caso tocassem com o focinho em uma placa colocada diante deles, o choque parava. Caso contrário, continuava durante 30 segundos.

Vinte e quatro horas mais tarde, os cães foram colocados dentro de uma gaiola (shuttle boz), criada por pesquisadores para estudar o estresse. Ela é composta por dois compartilhamentos separados por uma barreira, como uma miniquadra de tênis. Dentro dela, os cães ouviam um sinal sonoro que anunciava que dali a 10 segundos receberiam um choque elétrico no compartilhamento onde estavam. Caso pulassem para o outro lado, evitariam o choque.

O segundo grupo, de controle, não passou pela fase da coleira, foi direto para a gaiola. O terceiro teve a experiência prévia da coleira, com a diferença de que o choque não era interrompido com o toque com o focinho. Depois de 24 horas, esses cães passaram para a gaiola nas mesmas condições que os outros dois grupos.

A partir dos resultados, constatou-se que o tempo médio levado para passar para o outro compartimento (evitando o choque) foi de cerca de 27 segundos para os cães do primeiro grupo e os do controle. Curiosamente, os cachorros do terceiro grupo levaram em média quase o dobro do tempo para escapar (48 segundos).

Apesar de perceber que o choque chegava 10 segundos depois do sinal, mais de 75% dos cachorros do terceiro grupo não conseguiram evitar pelo menos nove de cada dez choques, ao passo que nenhum cachorro do grupo 1 chegou a tal ponto. Seligman concluiu que os cães estavam passivos e, por essa razão chamou-se de “resignados”: é o famoso fenômeno de “resignação passiva” (learned helplessness).”

Esse texto extraído da revista PSICOLOGIA nº 5 nos traz a características do poderia ser um pessoa desmotivada na vida pessoal ou profissional, que reagem para colaboração apenas mediante a pressão.

Sobre “os olhos” da sociedade ou a supervisão dos chefões o movimento ou a produção de algo está sobre supervisão e controle, mas e a mudança de fato de postura (pessoal) ou de processos (profissional).

Fica aqui mais uma colocação e também mais uma pergunta:

1 – AS PESSOAS PRECISAM SER ESTIMULADAS PARA QUE POSSAM CRESCER, PRODUZIR, SORRIR.

2 – COMO OS GESTORES (EMPRESAS) PODEM CONTRIBUIR PARA QUE SEUS COLABORADORES POSSAM SAIR DA PASSIVIDADE PARA AÇÃO E ATITUDES

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Os últimos 5 anos

O que você fez nos últimos 5 anos? Você mudou? Seus gostos mudaram?

Já parou para pensar o que aconteceu com você nesses últimos 5 anos? Toda a influência da mídia, das marcas, da tecnologia e da informação transformaram os últimos 5 anos que você viveu.

Vale a pena assistir o vídeo abaixo que foi realizado pela HOTWords que traz entrevistas com muita gente interessante para falar um pouco do que mudou.

Rafael Rocha
@narotcha

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O que nos MOTIVA?

A cada dia fico mais surpreso em como nos relacionamos, interagirmos e nos conectamos. Fico tentando entender quais são as vantagens e desvantagens para formamos amizades, contribuir por uma causa e defender um ideal.

Tive ótimas conversas de gente que usou exemplos baseados na ciência, na evolução e na sociologia para explicar algumas das minhas dúvidas, e com a minha humilde opinião foram os melhores exemplos que eu já tive.

Hoje quero expor algo que já li, ouvi e vi algumas vezes. A questão da motivação no trabalho. Quem nunca teve a oportunidade de ver alguém apenas comentar “oportunidades” de uma carreira ou trabalho apenas pautado na estabilidade e no dinheiro?

Quem nunca ouviu uma frase como:

“é uma carreira com benefícios, segura e com um ótimo salário?”

Será que a motivação para se engajar numa causa ou trabalho está apenas relacionada ao comodismo e ao crescimento material? Será que as empresas infelizmente mantém um modelo que incentiva seus funcionários pensarem assim? Será que o modelo / sistema continua certo assim como no século passado?

Não sou eu que irá responder essas perguntas, mas acredito que a MOTIVAÇÃO está mais ligada ao RECONHECIMENTO do trabalho (venha ela posteriormente em dinheiro também) e na questão de aprender e ensinar do que se matar por algo que você odeia / ridiculariza e arruma desculpas a todo tempo para não pedir as contas.

Segue abaixo uma animação em cima da fala do ótimo Daniel Pink que nos fala um pouco sobre o que realmente nos motiva.

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